sábado, 27 de fevereiro de 2010
7º Encontro de Educação de Sintra
No dia 9 de Março de 1993 - há quase 17 anos - teve lugar o primeiro Encontro de Educação de Sintra - é por isso com muita alegria e orgulho que vos dou as boas vindas à sétima edição deste evento que em boa hora vai decorrer neste magnífico espaço da Biblioteca Municipal de Sintra.
Como sabem, a Associação de Professores de Sintra é uma entidade que visa promover em todas as suas dimensões o desenvolvimento profissional dos seus associados – na sua grande maioria professores e educadores que vivem ou desenvolvem a sua actividade profissional neste Concelho. Para isso desenvolvemos toda uma série de actividades formativas com um carácter mais formal - como é o caso das acções de formação creditadas, muitas delas desenvolvidas em estreita articulação com as direcções de Escolas e Agrupamentos do nosso Concelho - ou menos formal - como a participação em projectos e redes nacionais e internacionais, organização de sessões temáticas e de encontros como este.
Todas as nossas iniciativas são habitualmente desenvolvidas em rede e esta não é excepção.
Quero por isso agradecer aos ilustres conferencistas e animadores das actividades deste Encontro que nos honram com a sua presença e que vão partilhar conosco alguns dos seus dons: o do conhecimento, o da palavra, o do engenho e da voz. São eles que nos vão proporcionar a viagem do título deste encontro. Uma viagem que começa na antiguidade, que passa pelo presente e que se vai projectar no futuro. Uma viagem que vai tomar várias formas ao longo do dia e assim permitir experiências diferenciadas: temos por isso no nosso programa conferências, paineis, momentos culturais e - não menos importante, momentos livres de interacção.... enfim, uma terminologia elaborada para identificar os coffe breaks e o almoço
Quero agradecer o apoio sempre presente da Câmara Municipal de Sintra, nas pessoas do seu Presidente o Professor Fernando Seara, do Senhor Vereador da Educação, Doutor Marco Almeida, da Senhora Doutora Ana Pereira, Chefe de Divisão de Bibliotecas Municipais de Sintra, mas também das doutoras Cristovalina Afonso e Margarida Jardim.
Não posso também deixar de agradecer a duas pessoas que contribuíram com muitas horas de trabalho incansável para a realização desta iniciativa - a Doutora Adelina Laranjeiro, Directora do Centro de Formação da APS e a Alexandra Viseu - a nossa colaboradora que está lá fora a fazer a recepção aos participantes e que é certamente uma das faces mais visíveis da nossa Associação, já que é ela que atende todos aqueles que nos procuram na nossa sede nas Mercês ou que nos telefonam. Um muito obrigado às duas pelo vosso apoio sempre presente.
E - naturalmente - quero também agradecer a todos os participantes que decidiram investir horas de precioso descanso ou lazer de um sábado passando-as aqui na nossa companhia. Tenho a certeza de que não se vão arrepender.
Como sabem, este encontro é dedicado a uma temática estruturante do Conhecimento: a do texto e da leitura.
A vossa entusiástica adesão a veio confirmar a nossa percepção de quanto esta temática é (ainda) pertinente na Escola e nos processos educativos do Século XXI.
Com efeito, como professores ou bibliotecários, ou educadores senso lato, parece-me consensual que todos partilhamos o sentimento de que a expressão escrita e a leitura constituem formas centrais de relacionamento do Homem. Com outros seres humanos: vivos ou passados ou futuros, com o conhecimento técnico ou abstracto, na pesquisa do saber, no acto de comunicar, no lazer.
O que creio que já é menos consensual - e por vezes poderão ser até polémicas - são as formas como estes processos de escrita e de leitura se operacionalizam: nas metodologias dos processos de aprendizagem que decorrem em bibliotecas escolares, em salas de aula e em outros espaços das nossas Escolas, como clubes, por exemplo.
Mas também quanto aos suportes que são utilizados nesses processos de escrita e de leitura!
Queria por isso desafiar-vos a juntos quebrarmos barreiras. Quebrar as barreiras artificiais entre o passado e o presente, entre o analógico e o digital, entre as Escolas e as suas práticas e os inúmeros recursos de aprendizagem que são disponibilizados pela comunidade que as rodeia - de que é um óptimo exemplo esta magnífica Biblioteca Municipal e a sua dedicada equipa.
E no final deste sábado regressarmos às nossas casas um pouco mais ricos. Mais ricos de ideias que poderemos começar a colocar em prática, mas também mais ricos por sabermos que pertencemos a uma rede de desenvolvimento profissional.
Desejo a todos um óptimo sétimo Encontro de Educação de Sintra.
Muito Obrigado e bem hajam.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Educação Sexual e História da Sexualidade
"Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão [...] tornou-se numa sociedade insalubre" - Mário Crespo
Quando este Primeiro Ministro e este PS forem finalmente corridos do poder de que abusam sem pudor, Portugal, a Democracia (e o PS) serão uma pálida imagem do que eram no virar para o século XXI.
domingo, 17 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Querido Pai Natal:
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
one gone...
sábado, 21 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Projecto de Resolução PSD - Avaliação dos Professores
Aparentemente já não é esta a redacção do dito... será que está em curso uma boleia do PSD ao PS? Sinceramente acho isso um suicídio político por parte de um partido que já tem sido tão esvaziado pelo PP e pelo PS, mas enfim...
Projecto de Resolução nº ___/XI
Recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de trinta dias, seja revogada a divisão da carreira docente nas categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular” e seja concretizado um novo regime de avaliação do desempenho dos docentes
O XVII Governo Constitucional introduziu, através do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, profundas alterações ao Estatuto da Carreira Docente que careceram de um entendimento alargado entre os parceiros sociais. Esse facto contribuiu para que, desde o início da sua aplicação, tivesse merecido a contestação de uma ampla maioria daqueles que eram os seus destinatários.
Por sua vez, a regulamentação do referido Estatuto da Carreira Docente foi igualmente acompanhada de episódios de tensão e conflituosidade entre os diferentes intervenientes, designadamente, no que respeita ao modelo de avaliação do desempenho docente.
Sucede que, entre as alterações introduzidas ao Estatuto, a carreira docente foi dividida, passando a desenvolver-se pelas categorias hierarquizadas de “professor” e “professor titular”.
A experiência de concretização desta cisão na carreira permite evidenciar a sua artificialidade, não sendo reconhecida, pelos docentes, a razão para a distinção em causa. Acresce que a ponderação limitada aos últimos sete anos de carreira, para efeitos do primeiro concurso de acesso à nova categoria, originou legítimos sentimentos de injustiça na comunidade docente ainda hoje significativamente perceptíveis.
De igual modo, o actual Estatuto não leva em conta a especificidade da carreira docente, não pondera a singularidade do trabalho nas escolas, não promove o mérito e não incentiva a desejável melhoria de desempenhos. Pelo contrário, tem sido causa de injustiça, angústia e desmotivação para muitos professores.
Para tal contexto, também o modelo de avaliação de desempenho dos docentes e a imposição administrativa de percentagens máximas para a atribuição das classificações de “Muito Bom” e de “Excelente” por escola (quotas) têm contribuído decisivamente.
Ora, um processo de avaliação deve ser exigente e distinguir a excelência. E deve ser um instrumento indutor de melhorias do desempenho.
A divisão na carreira e as referidas quotas não contribuem para este desiderato.
A acção do Governo deve concentrar-se na melhoria das condições de ensino e de aprendizagem, não abdicando, em momento algum, de uma rigorosa avaliação a todo o sistema educativo: escolas, alunos, professores, programas, curricula, manuais, materiais didácticos, etc.
Em consequência, a progressão na carreira docente e os correspondentes escalões remuneratórios deverão ser acompanhados de um sistema de avaliação do desempenho que seja justo, exequível e que premeie a dedicação e o mérito individuais.
Nenhum destes princípios é posto em causa se a carreira docente não se encontrar hierarquizada nas categorias de “professor” e “professor titular”.
E esses princípios serão mesmo valorizados se não se impuser um sistema de quotas que, administrativamente, possam olvidar a efectiva avaliação do docente, gerando graves distorções e injustiças.
Não compete à Assembleia da Republica interferir nas negociações que decorrem entre o Ministério e as estruturas representativas dos professores.
Contudo, é da responsabilidade do Parlamento expressar posições políticas e contribuir construtivamente para a melhoria da qualidade do ensino nas escolas do nosso País.
A Educação é a melhor e mais duradoura solução para ultrapassarmos os momentos difíceis que o País atravessa.
Só prestigiando a função do professor na sala de aula e na sociedade e, assim, devolvendo às escolas a imprescindível serenidade para o sucesso do ensino e das aprendizagens, estará criada uma conjuntura favorável para a superação dos desafios que se nos colocam. Só com alunos empenhados e professores motivados, o País caminhará para o salto qualitativo no ensino de que tanto carece.
É tempo de fazer regressar a paz à comunidade educativa.
Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, na esteira de um entendimento alargado com os parceiros sociais, a Assembleia da República resolve recomendar ao Governo que, no prazo de trinta dias:
1. Elabore as normas do Estatuto da Carreira Docente e legislação complementar, designadamente, extinguindo a divisão da carreira docente entre as categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular”;
2. Estabeleça um novo modelo de avaliação do desempenho docente que seja justo, exequível, que premeie o mérito e a excelência e que contenha uma componente de avaliação orientada para o desenvolvimento profissional e melhoria do desempenho dos docentes, e que contribua para o aprofundamento da autonomia das escolas;
3. Crie as condições para que do 1º ciclo de avaliação não resultem penalizações aos professores, designadamente para efeitos de progressão na carreira, derivadas de interpretações contraditórias da sua aplicação.
Assembleia da República, 13 de Novembro de 2009.
Os Deputados,
VAROPÉDIA...
Che que à Vara - nome revolucionário de Armando Vara
Ovários - ninho de Varas
Vara de porcos - PS
Vara verde - corrupto inexperiente
Varação - encalhar a corrupção na PGR
Varamento - acto de bater em corruptos
Varanda - falcatrua em marcha
Varapau - a vara que julga o Vara
Varapau de corrida - carapau corrupto
Varar um barco - encher o barco de corruptos
Vardade - mentira
Varejeira - secretária do Vara
Vareta - desfalque à chuva
Variações - diversidade de golpadas
Variante - novo esquema corruptor
Variável - oscilação do preço da cunha
Varicela - Vara na cela
Varicose - licenciatura à Vara
Variedades - diferentes modelos de corrupção
Varina - mãe do Vara
Varinha mágica - uma cunha (pequenina) do Vara
Varíola - um Vara mariola
Varómetro - medidor de corrupção
Varonil - um Vara de Abril
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Integração curricular das TIC
Materiais adicionais:







