sábado, 31 de janeiro de 2009

Mãozinha marota...


domingo, 18 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Comédia (?) no início de 2009

sábado, 10 de janeiro de 2009

Portefólio - Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada

Portefólio - Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada

A Publicação

Memórias Poéticas do Jornal de Sintra, por ocasião do 75º aniversário do Jornal de Sintra

O Discurso...

Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Senhor Professor Fernando Seara,

Sr. Presidente da Associação Portuguesa de Imprensa,

Senhor Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações das bodas de diamante do Jornal de Sintra, Dr. Hermínio Santos,

Senhora presidente do conselho de administração da Tipografia Medina, SA, Dr.ª Idalina Grácio

Senhor director do Jornal de Sintra, Doutor Jorge Telles de Menezes.

Senhores Vereadores, Senhores Presidentes de Juntas de Freguesia,

Senhores Professores,

Restantes convidados e participantes desta sessão solene

Vou fazer uma curta intervenção o que não pode constituir uma surpresa porque quem me conhece sabe que sou mais um homem de acções do que de palavras.

É com muita alegria que a minha primeira participação pública como Presidente da Direcção da APS está associada à comemoração das bodas de diamante deste importante marco cultural do Concelho que eu adoptei como meu no início da minha carreira profissional há 30 anos atrás.

A Associação de Professores de Sintra é uma entidade que visa promover em todas as suas dimensões o desenvolvimento profissional dos seus associados – professores e educadores que vivem ou desenvolvem a sua actividade profissional neste Concelho.

As suas duas décadas de vida, a vibrante actividade formativa do seu Centro de Formação, a participação activa em projectos Nacionais e Internacionais – incluindo a única Coordenação portuguesa de um projecto Comenius 2.1 entre 2005 e 2008 - a sua acção editorial de obras culturais e da área educacional e o seu milhar e meio de associados falam por si.

O Jornal de Sintra tem constituído nestes três quartos de século um importante meio de afirmação e de disseminação da identidade cultural de uma zona rica e multifacetada que muito necessita de instrumentos deste tipo dada a sua proximidade à capital e os riscos de descaracterização cultural a isso associados – as minhas saudações ao Jornal de Sintra na comemoração do seu septuagésimo quinto aniversário.

Outro facto que contribui para esta minha alegria é o de um dos meus colegas e amigos de trabalho na Escola Secundária de Sintra ser o neto do fundador do Jornal de Sintra – as minhas saudações também para ele, na comemoração desta efeméride.

Assim, a Associação de Professores de Sintra associou-se à comemoração desta efeméride através da edição e publicação de uma brochura dedicada às múltiplas visões de Sintra, do Jornal de Sintra e do seu Fundador - Medina Júnior – encerradas nas poesias que foram publicadas desde os primeiros números deste Jornal

Gostaria de presentear cada um dos membros da mesa assim como todos os presentes que se quiseram associar a esta efeméride com um exemplar das Memórias poética de Sintra, edição da Associação de Professores de Sintra por ocasião das comemorações das bodas de diamantes do jornal de Sintra.

Muito Obrigado e bem hajam.
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http://www.facebook.com/album.php?aid=70938&l=e3277&id=690511204

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Vienna

Vienna

Vienna

Vienna

Não se esqueçam!!!


Só temos uma oportunidade destas de 4 em 4 anos!

Mais um(s) dia(s) de viagem

Mais uma noite quase em branco a preparar as coisas de última hora – acho que inconscientemente acabo por fazer isso de propósito. De há uns anos a esta parte tem sido quase sempre assim.

Como sempre, ao fim de uma dezena de minutos num avião fico assim como que entorpecido... Não consigo fazer nada de jeito e o tempo passa devagar, mas sem nada de distinto que o faça ser lembrado depois.

Levantámos voo da Portela (lembro-me que fiquei muito contente quando vi as asas a mudarem de forma e a aumentarem lentamente de superfície antes da descolagem :-). Seguimos o traçado do rio Tejo e foi muito bonito ver a CREL, a A1, a nova variante e Vila Franca, a ponte, a Central do Carregado. As zonas de acumulação de areia no leito formam ilhas que fazem lembrar as formas da água da chuva a escorrer. Visto de 10 km de altura, o Tejo não é muito imponente, convinhamos.

Passámos por Santarém e subimos o rio até Abrantes e Castelo do Bode. Mesmo antes de entrarmos num grande banco de nuvens pude ver o Castelo de Almourol, na ponta da sua ilha.

Passámos por Genève, e foi bonito rever o lago do alto, com o repuxo perfeitamente visível, o aeroporto na outra margem e algures entre o casario, as instalações do CERN. Dei comigo inconscientemente a procurar o traçado circular do LHC... não consegui ver.... provavelmente porque não trouxe os meus óculos de visão raio-X :-)

Tirei uma foto, mas com a quantidade de coisas que trago na mochila, foi difícil de encontrar a máquina fotográfica... eu a procurar e a paisagem a passar inexoravelmente. No meio de tanta luta deixei cair os óculos (e como é difícil apanhar o que quer que seja do chão nos espaços apertados das cadeiras dos aviões – por tudo isso a foto deve ficou com pouca definição, tremida e/ou desfocada.

A paisagem envolvente de Zurique é muito agradável, com montanhas baixinhas a transformarem-se em colinas salpicadas de quintas antigas, com aqueles telhados que não têm nada a ver com os nossos.

Na zona de aproximação da pista existem uns prados que estão aparados e plantados (ou tingidos) com plantas de várias cores por forma a transformarem-se em gigantescos outdoors – um de uma marca de canivetes suiços (ora bem....) e outro de uma marca qualquer anónima para mim.

...

A chegada a Viena foi calma – era noite e o aeroporto pareceu pequeno - mais pequeno que a Portela. Mas tudo limpo e organizado. Todo o tratamento pessoal foi mais simpático do que na Alemanha (ou Suiça) – aparentemente eles exportaram o conceito de nazi para ser aperfeiçoado no estrangeiro e não têm feito o upgrade da versão local.

Rapidamente me informaram como chegar ao comboio – parecia complicado o que li várias vezes no guia turístico para ter a certeza que compreendia bem, mas afinal é muito simples: os diferentes transportes públicos (autocarros, comboios, eléctricos e metropolitano) estão unificados ao nível dos bilhetes (mas onde é que eles foram inventar uma coisa destas?.... devem ser parvos.... não vêm que assim facilitam desnecessariamente a vida dos utentes?) e existem várias zonas concêntricas em Viena. A parte central, em que um bilhete de uma viagem custa 1,7 €, a zona 2, que inclui o aeroporto, em que o bilhete custa 3,4 €. Barato.. pois.... esperem só até saber o preço dos combustíveis e vão ficar a saber o que a má gestão e a ganância da nossa classe dirigente nos custa no dia-a-dia.

Não foi imediato perceber como funcionam as máquinas de bilhetes mas descobri que posso pagar com o cartão multibanco (hei!!!!). Depois esqueci-me de validar o bilhete mas tive sorte.... não fui apanhado :-). A viagem de comboio durou cerca de meia hora e foi..... escura :-) Já era noite cerrada.

Mudei para o metro numa estação colada ao Prater. Simples, despida, funcional, impecavelmente limpa.... apesar de não se verem muitos caixotes do lixo, o que só vem provar que a higiene (também) vem de dentro para fora. Ao longo destes dias andei muitas vezes com o lixo no bolso durante muito tempo antes de encontrar um caixote para o despejar. Ou então sou eu que sou distraído e não os via :-)

O metro também é do mesmo estilo. Tipo anos setenta ou oitenta, limpo, com ar de usado, sem luxos mas perfeitamente funcional. Um aspecto interessante é que a empresa de transportes de Viena – a VOR – coloca umas revistas (em alemão :-() com uns laços de fio de nylon numa das extremidades, para as pessoas lerem e voltarem a pendurar por debaixo das janelas. Passados cerca de 15 minutos cheguei a Reumannplatz onde – de acordo com as instruções do site da conferência teria que mudar para o eléctrico 67. Os eléctricos são fixes – parecem pequenos comboios, com uma via bastante mais larga do que a nossa e com cerca de 4 carruagens.

Os bairros que atravessámos a uma velocidade interessante (cerca de 35 km/h – eu levava o gps a funcionar, para saber quando ia chegar ao hotel para ter a certeza que saía na estação certa) são parecidos com Praga, e de certo modo com Budapeste, mas são mais sóbrios que os bairros de Budapeste e estão em melhor estado de conservação. Vêm-se alguns prédios urbanos com qualidade arquitectónica, mas a maioria apresenta uma idade indefinida que pode ir dos 30 aos 100 anos de idade.

Saímos do perímetro urbano propriamente dito e passámos a uma zona de parques e finalmente chegámos a Oberlaa e vi o Hotel.... é uma torre de 14 andares no meio de um conjunto de prédios esparsos na orla de um parque.

...

Comecei o dia por volta das 9 e dei uma corridinha para chegar a tempo do pequeno almoço (terminava às 10...). O tempo estava uma merda. Chuviscos a cair de um céu que não deixava muitas dúvidas quanto ao facto deste tempo estar para ficar.

De novo acordei just in time para ir tomar o pequeno almoço antes de fechar. Estou mesmo fora de treino – estou dorido do passeio de ontem e acho que me constipei, com toda aquela chuva e frio. Mal tinha regressado ao quarto para pegar na mochila para ir até à cidade telefonou o Ben – tinha acabado de chegar ao hotel.

Acabámos por ir os dois passear até à cidade. Optei por lhe mostrar a Karlskirche, onde tinha terminado a volta no dia anterior. Tinha curiosidade em ver os pavilhões do sistema de comboio urbano que Otto Wagner tinha desenhado no início do século XX. São pequeninos, sóbrios e lindos.... arte nova minimalista e rectilínea, sem aqueles volumes arredondados de inspiração vegetal. As linhas são sobretudo rectilíneas e apenas os elementos decorativos são relacionáveis com a arte nova. O resultado final é bastante simpático... e aparenta uma economia de meios que não deixa de ser interessante.

Entrámos na Karlskirche. Tivémos que comprar bilhete, mas...Uau... valeu a pena.

Fizémos o regresso a tempo do início da conferência. Depois a rotina do costume: ida ás sessões da manhã – conversa interessante. Baldei-me assim que consegui e ida ao museu da cidade – optei mais uma vez por recomeçar onde tinha acabado: no museu da cidade de Viena.

Integrados no grupo da conferência fomos jantar na Rauthaus Keller (a cave do edifício da Câmara Municipal). A nossa anfitriã era a presidente do parlamento de Viena.

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sábado: trabalho!!!

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domingo: visita ao Belvedere.... KLIMT!!!!!! SCHIELE!!!!!
“Todos estão fartos desta guerra e só desejam que ela termine, independentemente de quem saia vitorioso. Os nossos inimigos são muito mais interessantes do que nós, e é nas pátrias deles que estão a acontecer as coisas verdadeiramente interessantes”.

Deve haver alturas em que não tem piada nenhuma ser austríaco.

Cheguei ao hotel e acabei por ficar na área da recepção a navegar na net até tarde. Li o mail, fiz pesquisa de informação sobre Klimt e Schiele (what else...) e falei com a Mi. Foi bom.

...
Regresso: De novo mais um dia de viagem pela frente. Não é que não goste disto – claro que gosto – mas acho sempre que gostava já de estar lá :-) sem mais nada!

A rotina do costume: levantar, arrumar (quase tudo n)a mala. Pequeno-almoço de enfarta-brutos para ter energia para o resto do dia (vou comer mais daquelas sandwiches a bordo - uau!!!! )

O regresso de Zurique para Lisboa foi feito num avião da TAP. Que raio... então não é que me senti em casa e até achei piada ao comportamento boçal de alguns companheiros de viagem.

Estou a perder qualidades certamente....

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

sábado, 2 de agosto de 2008

Vem aí o Magalhães

Vem aí o magalhães - o computador de baixo preço que vai ser distribuído às crianças do 1º ciclo a preços subsidiados.

Independentemente das verdadeiras razões que motivam as decisões políticas - foi notória a dificuldade com que o Primeiro Minsitro pronunciou termos complicados em inglês técnico como 'micro-processador', o que pode indiciar outros profundos desconhecimentos - esta experiência generalizadora vai ter de certeza impactos profundos nos jovens portugueses.

Como será a relação com as TIC de um jovem de 20 anos que as utiliza há 14?

Estou em crer que muito vai mudar para muitos jovens portugueses.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O padre e o autarca atrasado

Certo Padre foi homenageado com uma pequena cerimónia pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente da paróquia. O presidente da câmara foi convidado para lhe entregar um presente e proferir um pequeno discurso. Como se atrasou, o sacerdote, decidiu proferir algumas palavras:

- A primeira impressão que tive da paróquia, resultou da primeira confissão que ouvi e não podia ter sido pior... Pensei que o bispo tinha me enviado para um lugar tenebroso, pois a primeira pessoa que se me confessou disse-me que era ladrão - tinha roubado dinheiro aos seus próprios pais, a quem batia se não lhe satisfizessem as vontades, roubara nas empresas onde trabalhara - que costumava ter aventuras com as mulheres dos chefes e dos subordinados, que se dedicava ao tráfico e venda de drogas e que tinha transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo... Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Afinal viera parar a uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio!

Nesse momento chega o autarca a quem foi dada a palavra para entregar o presente da comunidade e prestar homenagem ao padre.

Começou por pedir desculpas pelo atraso e disse:

- Nunca vou esquecer o dia em que o senhor padre chegou à nossa paróquia... Tive a honra de ser o primeiro paroquiano a me confessar com ele!


Moral da história:

"NUNCA CHEGUE ATRASADO".

sábado, 19 de julho de 2008

Descobri qual é o grande problema dos Jovens portugueses!

É o casamento gay!!!!!!!!
Estes rapazinhos vão longe, sem dúvida....
Com esta clarividência tão precoce, já dá para perceber a qualidade dos Secretários de Estado que a próxima geração nos vai trazer.

Deus nos valha.